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SOBRE MIM E A MISSÃO DO MAPA DE VIAJANTE

Buenas! Seja bem-vindo ao Mapa de Viajante!

Eu sou Felipe Tavares e esse vai ser o primeiro e provavelmente o mais difícil texto que irei escrever por aqui: Sobre mim!

Sempre gostei de dar opinião sobre tudo, principalmente sobre viagens. Mas nunca imaginei que algum dia fosse escrever sobre o assunto. Tampouco que outras pessoas pudessem buscar esse site e lessem o que escrevi.

Mas, considerando que você está aqui, vou tentar contar um pouco sobre mim e sobre a minha história.

Eu sou de Santos, mas nasci no Rio de Janeiro. Nasci apressado, antes da hora, e por isso sou carioca. Minha primeira viagem de avião foi aos 3 meses de idade, quando vim do Rio para Santos e onde morei até os 25 anos de idade.

Sobre mim e a missão do Mapa de Viajante: Na praia de Santos (1), em algum hotel fazenda (2) e em Natal (3).

Na praia de Santos (1), em algum hotel fazenda (2) e em Natal (3).

Por falta de criatividade decidi fazer faculdade no único assunto profissional que me interessava aos 17 anos: informática. Não que eu me arrependa, acho que foi a escolha mais óbvia e mais sensata para a época. Mas sempre questionei o quão longe a carreira de profissional de TI se enquadrava naquilo que eu queria fazer da vida.

Naquela época, viajar não era algo que me chamava tanta atenção. Viajar era curtir as praias do litoral paulista com os amigos ou ir pra um hotel fazenda com a família. Geralmente fazia parte do roteiro longas viagens de carro, engarrafamentos em véspera de feriado e a torcida para que o tempo ajudasse.

Até que em 2006 resolvi participar de um programa de intercâmbio para os EUA.

E acreditem, não importa o quanto eu escreva e fale sobre isso, nunca vou conseguir expressar precisamente a importância que a decisão de fazer um intercâmbio teve na minha vida. Sei também que parece o maior clichê de viajantes. Quando fazemos aquela viagem/mochilão/intercambio que faz ”tique”. Que nos abre os nossos olhos para o tamanho do mundo, suas diferenças, novidades e possibilidades.

Sim, é clichê, mas é real! Vivemos por muito tempo achando que a cidade em que moramos, a escola em que estudamos e o local em que trabalhamos, são o centro do mundo. Mas quando saímos de casa e começamos a explorar outros lugares e culturas passamos a enxergar o quanto existe além dos muros da nossa rotina. E não digo só relacionadas a viagens. Passamos a ter infinitas possibilidades de trabalho, de estudo, de amigos, de amores. Como resultado, o mundo que antes era do tamanho do seu bairro vira algo muito maior.

Sobre mim e a missão do Mapa de Viajante: Hawaii em 2006 (1), Paris com a minha irmã em 2009 (2) e em Veneza com a Thais em 2013 (3).

Hawaii em 2006 (1), Paris com a minha irmã em 2009 (2) e em Veneza com a Thais em 2013 (3).

Depois do intercambio voltei para o Brasil. Terminei meus estudos e comecei a trabalhar como consultor de um sistema chamado SAP (não é a tecla SAP do seu controle remoto). E não por acaso o meu trabalho como consultor também permitiu que eu viajasse para muitos lugares no Brasil e no mundo.

Em 2018 pedi demissão do meu emprego e tirei um período sabático para tentar encontrar algo novo e desafiador. Algo que eu realmente gostasse de fazer. Mas ao final desse período, adivinhem? Não cheguei à conclusão nenhuma. Não parecia muito promissor, não é? Mas esse período me ajudou a tomar a decisão de dedicar parte do meu tempo ao que eu realmente gosto, que é viajar e falar de viagem!

Sendo assim, a missão do Mapa de Viajante é a de inspirar pessoas a terem uma vida mais leve, com menos posses e mais experiências. Viajar e conhecer coisas novas deve fazer parte do cotidiano das pessoas.

Para isso, vou compartilhas minhas experiências em viagens. Vou compartilhar como eu me planejo e o que faço para poder viajar mais. Compartilhar também meus acertos e erros ao tentar ter uma vida mais completa, leve, positiva e com significado.

Hoje, moro em Porto Alegre, voltei a trabalhar com SAP e já viajei por 21 países. Na minha “bucket list” quero conhecer todos os 196 países existentes. Provavelmente uma meta muito agressiva e que não conseguirei cumprir em uma única vida. Assim como a meta de transformar o Mapa de Viajante em um grande site sobre destinos e roteiros de viagens. Mas tudo bem! Se, infelizmente, eu não conseguir atingir nenhuma dessas metas, com certeza terei me divertido bastante tentando. E isso já terá valido a pena.

 

É um prazer. E seja bem-vindo!